Quando o frio desperta em nós a raiva
Acendemos a lareira a esperamos
que o calor nos invada de vagar o corpo
Bebemos um trago de champagne em flute gelada
Como a noite que faz lá fora
Então entoamos quase sem querer aquela música
que nos fala de alguém bem conhecido
Olhamos a janela a ver as estrelas
E a lua está bem lá fora à nossa espreita
Em busca de uma gota que se desperdice
Falta alguma coisa na noite fria
terça-feira, janeiro 23, 2007
domingo, janeiro 07, 2007
Amanheceu
Amanheceu húmido e enevoado por cima da cidade
Dentro de mim o calor que restava de outras noites
Logo mais sobre a baia da cidade
vou coleccionando os olhares das gaivotas
Os raios de sol que restarem vão ser fruto
de repasto dos poucos que conhecem ainda este local
os gritos das gaivotas vão-se ouvir por dentro das pedras da calçada
O uivar dos ventos em noites de tempestade
serão abafados então pelo azul deste rio que já o foi
Pelo branco da neblina que o cobre
Pelos golfinhos que alegremente nele saltaram
Pelos beijos roubados á sua beira
Dentro de mim o calor que restava de outras noites
Logo mais sobre a baia da cidade
vou coleccionando os olhares das gaivotas
Os raios de sol que restarem vão ser fruto
de repasto dos poucos que conhecem ainda este local
os gritos das gaivotas vão-se ouvir por dentro das pedras da calçada
O uivar dos ventos em noites de tempestade
serão abafados então pelo azul deste rio que já o foi
Pelo branco da neblina que o cobre
Pelos golfinhos que alegremente nele saltaram
Pelos beijos roubados á sua beira
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Olá
Desejar um 2007 repleto de felicidade e de concretizar de sonhos a todos os meus amigos que aqui me vêm visitar.
2006 acabou sem grande brilho
Mas a força de entrar neste novo ano é muita
Vamos á luta e vento sempre de feição
2006 acabou sem grande brilho
Mas a força de entrar neste novo ano é muita
Vamos á luta e vento sempre de feição
Ano Novo
Mesmo quando de mãos dadas entramos água dentro com risos de crianças
E os sorrisos. E os corpos nus. E o calor. Tudo nos envolve e recebe.
Nesses dias de soalheira. Os corpos deitam-se por terra
As mãos que os afagam têm asas nos dedos....
E os nossos corpos unidos em baloiço tocam no tecto da noite
E as nossas mãos percorrem os nossos corpos...
A lua cheia lá em cima como cumplice
(escrito a meias )
E os sorrisos. E os corpos nus. E o calor. Tudo nos envolve e recebe.
Nesses dias de soalheira. Os corpos deitam-se por terra
As mãos que os afagam têm asas nos dedos....
E os nossos corpos unidos em baloiço tocam no tecto da noite
E as nossas mãos percorrem os nossos corpos...
A lua cheia lá em cima como cumplice
(escrito a meias )
domingo, outubro 15, 2006
Só
A solidão desta enorme casa abate-se
sobre os ombros de quem ama
Nem desculpas nem perdões de demovem
Amor que nasceste num dia de Abril ?
Chove ?
Lá fora ou cá dentro
Tanto faz, mas sabe a sal
Onde vou sem o teu amor ?
sobre os ombros de quem ama
Nem desculpas nem perdões de demovem
Amor que nasceste num dia de Abril ?
Chove ?
Lá fora ou cá dentro
Tanto faz, mas sabe a sal
Onde vou sem o teu amor ?
segunda-feira, setembro 25, 2006
Sem ti que sentido faz este espaço
como não o faz as noites frias na lareira
o vento soprando por cima das ondas
que no mar saltavam na nossa direcção
Sem ti o que é dos dias em que o vento
soltando a sua raiva, nos encontra
nos braços um do outro
Nat uralmente sem ti
nem sequer fazem sentidos as mensagens
que trocavamos em segredo
(as que enviavamos e as que sentiamos)
ália s, sem ti nem o sol fará sentido naquele pôr de sol
como não o faz as noites frias na lareira
o vento soprando por cima das ondas
que no mar saltavam na nossa direcção
Sem ti o que é dos dias em que o vento
soltando a sua raiva, nos encontra
nos braços um do outro
Nat uralmente sem ti
nem sequer fazem sentidos as mensagens
que trocavamos em segredo
(as que enviavamos e as que sentiamos)
ália s, sem ti nem o sol fará sentido naquele pôr de sol
quarta-feira, setembro 06, 2006
domingo, setembro 03, 2006
quarta-feira, agosto 30, 2006
Sem ti renascem as noites solitárias e frias
a vontade de escrever vai morrendo
Falta-me a tua boca de beijos
de palavras amigas
Falta-me o teu corpo de caricias
dançarino sem o saber
Falta-me a luz que de noite
me ilumina os passos
As mãos que movem as pedras
O companheirismo de um copo de vinho frente ao Sado
Frente a um qualquer rio ou escarpa
Sem ti falta-me o riso franco e aberto
que me arrepiava o corpo
Volta depressa amor
O teu cheiro está demasiadamente embrenhado em mim
Quero-te
a vontade de escrever vai morrendo
Falta-me a tua boca de beijos
de palavras amigas
Falta-me o teu corpo de caricias
dançarino sem o saber
Falta-me a luz que de noite
me ilumina os passos
As mãos que movem as pedras
O companheirismo de um copo de vinho frente ao Sado
Frente a um qualquer rio ou escarpa
Sem ti falta-me o riso franco e aberto
que me arrepiava o corpo
Volta depressa amor
O teu cheiro está demasiadamente embrenhado em mim
Quero-te
segunda-feira, agosto 21, 2006
Os Castelos !!!
sexta-feira, agosto 18, 2006
Entretido ???
Que entretido que tenho andado que não vinha aqui publicar mais nenhum post
Até a sra Dra dos Saltos Altos protestou
Sem razão, diga-se de passagem, então não foi ela que tirou uns dias numa praia paradisiaca ?
Até nem respondeu ás minhas questões, porventura entretida a aprender a usar o seu novo utensilio...
Mas na verdade tenho-me perdido por aí
Um pouco de sol na piscina
Uns pitéus de peixe bem cozinhados
Um vinho branco bem fresco
Para além do mais que também é bom...
Até a sra Dra dos Saltos Altos protestou
Sem razão, diga-se de passagem, então não foi ela que tirou uns dias numa praia paradisiaca ?
Até nem respondeu ás minhas questões, porventura entretida a aprender a usar o seu novo utensilio...
Mas na verdade tenho-me perdido por aí
Um pouco de sol na piscina
Uns pitéus de peixe bem cozinhados
Um vinho branco bem fresco
Para além do mais que também é bom...
Budapeste
segunda-feira, agosto 07, 2006
sábado, agosto 05, 2006
Por terras, depois de Atenas
Por terras do norte andei
De Atenas o sol e vento
As pedras que Atenas tem
No norte as vi também
De Antas e aldeias de xisto
de mão dada
( as pedras escorregam )
No norte
De pés cansados
Em Atenas
Séculos de história
Histórias deste século
A dor de uma zanga
numa noite quente de verão
De Atenas o sol e vento
As pedras que Atenas tem
No norte as vi também
De Antas e aldeias de xisto
de mão dada
( as pedras escorregam )
No norte
De pés cansados
Em Atenas
Séculos de história
Histórias deste século
A dor de uma zanga
numa noite quente de verão
quarta-feira, agosto 02, 2006
quarta-feira, julho 26, 2006
quinta-feira, julho 13, 2006
Atenas
Parto sem ti
mas contigo
dentro da minha bagagem de peito
Vou gritar ao mar o teu nome
em despique com as gaivotas
Caminharei mão na mão
pelas ruas "desertas"
da cidade longiqua
Em cada esquina escreverei o teu nome
voltarei com mais vontade de ti
mas contigo
dentro da minha bagagem de peito
Vou gritar ao mar o teu nome
em despique com as gaivotas
Caminharei mão na mão
pelas ruas "desertas"
da cidade longiqua
Em cada esquina escreverei o teu nome
voltarei com mais vontade de ti
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